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quarta-feira, 15 de junho de 2022

Virologia: Curso Modulado. Especialista Professor César Augusto Venâncio da Silva - EMENTA SUMÁRIO.

Virologia: Curso Modulado.  Especialista Professor César Augusto Venâncio da Silva

 

1 - Introdução.

1.1 - O citomegalovírus, conhecido como “CMV”.

1.1.1 - Principais sintomas.

1.1.2 - Como diagnosticar.

1.1.3 - Principais complicações.

1.1.4 - Como acontece a transmissão do vírus.

1.1.5 - Como prevenir.

1.1.5.1 - Um alerta.

1.1.6 - Referência Bibliográfica.

1.1.7 – Importância ecológica dos vírus.

1.1.7.1 – Bacteriófagos.  Importância dos vírus.

1.1.7.1.1 – Característica do Bacteriófago.

1.1.7.1.1.1 – Capsídio. 

1.1.7.1.1.2 – Capsômeros são estruturas proteicas.

1.1.7.1.1.3 - AULA INTERATIVA ABERTA. FASES DA REPLICAÇÃO VIRAL - Bacteriófago infectando uma bactéria.

1.1.7.1.1.4 -  AULA INTERATIVA ABERTA. Bacteriófago Virologia.

1.1.8. – Primeira Avaliação(QUESTIONÁRIO. Cada questão vale 0,5 pontos).

1.1.8.1 – Primeira Avaliação. Exercícios Sobre Vírus.

1.1.8.1.1. -  AULA INTERATIVA ABERTA.

1.1.8.1.1.1 -  AULA INTERATIVA ABERTA. Vírus - parasitas intracelulares obrigatórios.

1.1.8.1.1.1.1 -  Estrutura do virus.

 

1.1.8.1.1.1.2 -  Replicação viral.

 

1.1.8.1.1.1.2.1  -  AULA INTERATIVA ABERTA.

Virologia: Replicação viral - parte 1

 

1.1.8.1.1.1.2.2  -  AULA INTERATIVA ABERTA.  Virologia: Replicação viral - parte 2

1.1.8.1.1.1.2.3  -  AULA INTERATIVA - ABERTA.  Virologia: Replicação viral - parte 3.

 

1.1.9 - Exemplos de doenças causadas por virus.

 

1.1.9.1 - Doenças causadas por virus. AULA INTERATIVA ABERTA.  Virologia:  AIDS – Agente etiológico: HIV (Vírus da Imunodeficiência humana).

 

1.1.9.1.1 – SIDA – AIDS. Sem mitos.

 

1.1.9.1.1.1 – SIDA. VIHDA: Compromisso social, desafio dos estudiosos.

 

1.1.9.2 O HIV.

1.1.9.2.1–  Biologia.

1.1.9.2.2–  Assim pega:

1.1.9.2.3 –  Assim não pega:

1.1.9.2.4 –  Diagnóstico do HIV

1.1.9.2.5 –  O que é sistema imunológico.

1.1.9.2.6 – TRATAMENTO.

1.1.9.2.7 – Janela imunológica.

1.1.9.2.8 – Sintomas e fases da aids.

1.1.9.2.9 – Tratamento para o HIV.

1.1.9.2.10 – Direitos das PVHIV. 

1.1.9.2.10.1 – Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da Aids.

1.1.9.2.10.2 – Lei antidiscriminação.

1.1.9.2.10.3 –Demais proteções aos direitos das PVHIV.

1.1.9.2.10.3.1 – Auxílio-doença.

1.1.9.2.10.3.2 – Aposentadoria por invalidez.

1.1.9.2.10.3.3 – Benefício de Prestação Continuada.

1.1.9.2.10.3.4 – Direito à informação. Biblioteca.

 

1.1.9.2.10.3.5 – AULA INTERATIVA ABERTA.  Virologia:  AIDS – Agente etiológico: HIV (Vírus da Imunodeficiência humana).

 

1.1.9.2.10.3.5.1 – AULA INTERATIVA ABERTA. Virologia:  AIDS – Agente etiológico: HIV (Vírus da Imunodeficiência humana). Teste para HIV nas farmácias

 

1.1.9.2.10.3.6 – Farmacologia Clínica: remédios no contexto do coquetel para HIV.

1.1.9.2.10.3.6.1Fármacos que compõe o Coquetel HIV para Aids.

1.1.9.2.10.3.6.1 .1 Origem.

1.1.9.2.10.3.6.1 .2  Efeitos.

1.1.9.2.10.3.6.1.3Formas farmacêuticas.

1.1.9.2.10.3.6.2 O coquetel para HIV é composto por 22.

1.1.9.2.10.3.6.2.1 Inibidores de Protease.

1.1.9.2.10.3.6.2.2 Inibidores Nucleosídeos da Transcriptase Reversa.

1.1.9.2.10.3.6.2.3 Inibidores Não Nucleosídeos da Transcriptase Reversa:

1.1.9.2.10.3.6.2.4 Inibidores de fusão.

1.1.9.2.10.3.6.2.5Inibidores da Integrase.

1.1.9.2.10.3.6.2.6 Combinações de medicamentos.

1.1.9.2.10.3.6.2.7 Farmacocinética e Farmacodinâmica.

1.1.9.2.10.3.6.2.7.1 Darunavir e Ritonavir.

1.1.9.2.10.3.6.2.7.2 Tenofovir e Lamivudina.

1.1.9.2.10.3.6.2.7.3 Raltegravir e Enfuvirtida.

1.1.9.2.10.3.6.2.8 Ação do coquetel HIV para Aids no organismo.

1.1.9.2.10.3.6.2.8.1 Cerveja é contra indicada para quem toma o coquetel. 

1.1.9.2.10.3.7 – Bibliografia Temática. Referências Bibliográficas sobre o HIV.

 

1.1.9.2.10.3.8 – Segunda Avaliação. Tema AIDS. SIDA. HIV. QUESTIONÁRIO. Cada questão vale 0,5 pontos).

1.1.9.3 - AULA INTERATIVA ABERTA.

Virologia: Catapora – Agente etiológico: Varicela-zóster. Varicella Zoster (HZV) (Catapora e Herpes Zoster) | Curso de virologia | Medicina passo a passo.

1.1.9.3.1 - VÍRUS DA VARICELA ZÓSTER – VIROLOGIA.

1.1.9.3.1.1 – TUDO SOBRE CATAPORA E SEUS SINTOMAS | MACETES DE MÃE.

1.1.9.3.1.2 – VARICELA - Catapora pode sim se tornar grave.

1.1.9.3.1.3 – Saiba tudo sobre catapora.

1.1.9.3.2 – Varicela.

1.1.9.3.2 .1 - Vírus varicela-zoster.

1.1.9.3.2.1.1 - Vírus varicela-zoster. PROTOCOLO DE VARICELA - VARICELA. CID: B01 a B02.

1.1.9.3.2.1.1.1 - Descrição.

1.1.9.3.2.1.1.2 – Com base em informação governamental.

1.1.9.3.2.1.1.2.1 – Tabela de casos notificados de varicela, segundo regiões. Brasil, período de 2012 a 2017.

1.1.9.3.2.1.1.2.2 – Tabela de casos notificados de varicela, segundo faixa etária. Brasil, período de 2012 a 2017.

 

 

1.1.9.3.2.1.1.2.3 – Tabela de internações por varicela segundo a faixa etária. Brasil, período de 2012 a 2017.

1.1.9.3.2.1.1.2.4 – » Tabela de internações por varicela segundo regiões. Brasil, período de 2012 a 2017.

1.1.9.3.2.1.1.2.5 – Tabela de óbitos por varicela com ou sem complicações, segundo a faixa etária. Brasil, período de 2012 a 2016.

1.1.9.3.2.1.1.2.6 – Protocolo recomenda: Indicações para a vacinação da catapora (varicela).

1.1.9.3.2.1.1.2.6.1 – SAÚDE SEM FAKE NEWS. TERMO DE USO.

1.1.9.3.2.1.1.3. – Varicela - Referência bibliográfica. 1.1.9.3.2.1.1.4 - Sinonímia Varicela.

1.1.9.3.2.1.1.5 - Suscetibilidade e imunidade.

1.1.9.3.2.1.1.6 - Infecções subclínicas são raras.

1.1.9.3.2.1.1.7 - Manifestações clínicas.

1.1.9.3.2.1.1.7.1 - Período exantemático

1.1.9.3.2.1.1.8 - Varicela e gravidez.

1.1.9.3.2.1.1.9 – Complicações.

1.1.9.3.2.1.1.9.1 – Varicela disseminada ou varicela hemorrágica.

1.1.9.3.2.1.1.10 – Diagnóstico clínico.

1.1.9.3.2.1.1.11 – Diagnóstico laboratorial.

1.1.9.3.2.1.1.12 – Diagnóstico diferencial Varíola

1.1.9.3.2.1.1.13 – Tratamento Para pessoas.

1.1.9.3.2.1.1.14 – O tratamento específico da varicela.

1.1.9.3.2.1.1.15 – As indicações para o uso do aciclovir.

1.1.9.3.2.1.1.16 – O tratamento sintomático.

 1.1.9.3.2.1.1.17 – Características epidemiológicas.

1.1.9.3.2.1.1.18 – A taxa de letalidade. 1.1.9.3.2.1.1.19 – Definição de caso de varicela.

1.1.9.3.2.1.1.20 – Varicela grave. 1.1.9.3.2.1.1.21  Descartado.

1.1.9.3.2.1.1.22  Surto de varicela em ambiente hospitalar.

1.1.9.3.2.1.1.23  Notificação.

1.1.9.3.2.1.1.24  Coleta de dados clínicos e epidemiológicos.

1.1.9.3.2.1.1.25  Controle de Registro de de vacinação.

1.1.9.3.2.1.1.26  Encerramento de caso.

1.1.9.3.2.1.1.27  Restringir a disseminação do VVZ.

1.1.9.3.2.1.1.28  Situações especiais.

1.1.9.3.2.1.1.29  Situações de surto. Hospitalar.

1.1.9.3.2.1.1.29.1  Creche.

1.1.9.3.2.1.1.29.2  Contraindicações da vacina.

1.1.9.3.2.1.1.29.3  Imunoglobulina humana antivaricela-zóster (IGHAV).

1.1.9.3.2.1.1.29.4  Contraindicação.

1.1.9.3.2.1.1.29.5 – Álbum Iconográfico.

1.1.9.3.2.1.1.29.5.1 – Projetos e obras que utilizam as licenças Creative Commons.

1.1.9.3.2.1.1.29.5.2 – Referências Iconográficas.

1.1.9.3.2.1.1.29.5.3 – Referências Iconográficas.

 


terça-feira, 14 de junho de 2022

Fórum 4 - Discuta a veracidade da seguinte frase: \\"Após a retirada da próstata e a realização da vasectomia o homem não vai mais ejacular\\"

 

FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA

LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIA

CESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA

Prof. Dr. Rickardo Léo Ramos Gomes

Fórum 4 - Discuta a veracidade da seguinte   frase: \\"Após a retirada da próstata e a realização da vasectomia o homem não   vai mais ejacular\\"

RETIRADA VDA PRÓSTATA: Por que o homem não ejacula após a cirurgia de próstata?  Quando o homem for submetido à cirurgia de prostatectomia radical ele não mais ejacula, pois não possui a vesícula seminal (que é o reservatório do sêmen,). Mas se foi submetido à cirurgia de RTU ele pode não ejacular, pois o sêmem irá depositar-se na bexiga. Em ambos os casos, o orgasmo é mantido e tantos os homens quanto suas parceiras não têm dificuldades para se adaptar a esse novo processo.

VASECTOMIA: Não existe a perca da ejaculação porque quando se faz a vasectomia apenas o canal deferente é interrompido, impedindo a eliminação dos espermatozóides, que corresponde apenas de 1 a 2% do volume do esperma. O líquido seminal (98%) continua saindo normalmente e esta diferença não é perceptível.

1.      A questão colocada requer uma introdução propedêutica para uma melhor compreensão de sua exata resposta.

A Ejaculação é o instante em que o macho ejeta o sêmen, geralmente, através de um órgão copulador. Podendo ocorrer durante uma estimulação sexual, como o ato sexual quando deposita seus gametas no interior da fêmea ou durante a masturbação, assim como durante uma polução noturna que ocorre durante o sono.

Reprodutivamente, este processo tem como objetivo fecundar a fêmea e assim criar uma nova vida, perpetuando a espécie, mas pode ocorrer de forma recreativa durante a masturbação, ou ainda de forma acidental como na polução noturna. O processo de ejaculação ocorre com uma sensação muito intensa, representando assim o clímax do orgasmo masculino, sendo extremamente agradável e satisfatório.

Se após a extração ou realização de uma vasectomia ocorre o fim da ejaculação, então teremos a  anejaculação que é a condição de não ser capaz de ejacular(Janczewski, Z. and Bablok, L. (1985): Semen Characteristics in Pubertal Boys. Archives of Andrology 15: 199-205. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&Cmd=ShowDetailView&TermToSearch=3833078&ordinalpos=2&itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum; Sagar SM, "et al.", "Expression of c-fos protein in brain: metabolic mapping at the cellular level", Science 240:1328-1332; Pfaus JG and Heeb MM, "Implications of immediate-early gene induction in the brain following sexual stimulation of female and male rodents", Brain Res Bull, 1997 44:397-407; Veening JG and Coolen LM, "Neural activation following sexual behavior in the male and female rat brain.", Behav Brain Res, 1998 92:181-193).

Devemos lembrar que a ejaculação e o orgasmo são coisas totalmente diferentes. A ejaculação é o momento em que o organismo lança os espermatozoides para fora através do pênis. Já o orgasmo é o momento de maior excitação e prazer durante a relação sexual, provocado por estímulos nervosos e físicos. Ambos acontecem quase sempre no mesmo instante, e por isso são frequentemente relacionados como um só. Neste sentido podemos falar em ejaculação de um lado e orgasmo de outro. Num caso, por exemplo, um homem pode ejacular sem ter orgasmo e, por outro, pode ter orgasmo sem ejacular (técnicas tantra e taoista). Ou, em ambos, ejacular e ter orgasmo conjunto. Muitos homens acreditam ter orgasmo quando na verdade sentem as sensações da ejaculação, o que é completamente diferente do orgasmo, que alcança os espasmos involuntários totais no corpo: verdadeira convulsão bioenergética.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/18/Ejaculation_educational_seq_4.png/200px-Ejaculation_educational_seq_4.png

Sequências de uma ejaculação masculina. (video)

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/transcoded/f/f4/Submerged_ejaculation.ogv/Submerged_ejaculation.ogv.360p.webm

File:Ejaculation educational ani short.gifhttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f7/Ejaculation_educational_ani_short.gif

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=hsh05aG1h8s

Ejaculação - Embora a maior parte dos homens continue a ter ereções após a operação, passam a ter os chamados orgasmos secos, ou seja, passam a ter sensação de clímax sexual sem emissão de esperma para o exterior.

A que é que se deve esse fenômeno?

Durante a atividade sexual, o esperma proveniente dos testículos entra na uretra logo abaixo do chamado esfínter interno, um sistema muscular localizado a nível do colo da bexiga, e logo acima do esfínter externo, outro sistema muscular localizado abaixo da próstata. Normalmente, no momento da ejaculação, o esfínter interno encerra, impedindo a passagem do esperma para a bexiga; por sua vez o esfínter externo abre, facilitando a saída do esperma para o exterior. No caso da operação as coisas já não se passam do mesmo modo, pois o esfínter interno é ressecado e desaparece. Não encontrando resistência à sua passagem, o esperma, em vez de sair para o exterior, entra na bexiga onde se mistura com a urina. É a chamada ejaculação retrógrada.

O que é então à Próstata ?.

A próstata é uma glândula exócrina que faz parte do sistema reprodutor masculino. A próstata difere consideravelmente entre espécies quer anatômica, química e fisiologicamente. A função da próstata humana é produzir e armazenar um fluido incolor e ligeiramente alcalino (pH 7.29) que constitui 10-30% do volume do fluido seminal, que juntamente com os espermatozóides constitui o sêmen.  As principais doenças que atingem a próstata são a hiperplasia prostática benigna, a prostatite e o cancro de próstata.  Para funcionar adequadamente, a próstata necessita dos hormônios masculinos (andrógenos), que são responsáveis pelas características sexuais masculinas. O principal hormônios masculino é a testosterona, que é produzida principalmente nos testículos. Alguns hormônios são produzidos em pequenas quantidades nas glândulas supra-renais. Entretanto, o hormônio que regula a próstata é a dihidrotestosterona(Instant Anatomy - Abdomen - Vessels - Veins - Prostatic plexus. Página visitada em 2012-3-1;  http://www.instantanatomy.net/abdomen/vessels/vprostaticplexus.html)

As glândulas exócrinas são órgãos que produzem secreções ou substâncias que elaboram para um sistema de condutos ou canais excretores que se abrem em superfície externa ou interna. As secreções não são despejadas na corrente sanguínea, mas em outros órgãos, ou para o exterior do corpo, através de canais. Além disso, glândulas exócrinas não se associam a vasos sanguíneos e apresenta ducto comunicante.  O aparelho reprodutor, sistema reprodutor ou sistema genital é um sistema de órgãos dentro de um organismo que trabalha em conjunto com a finalidade de reprodução(Introduction to the Reproductive System. SEER's Training Website. U.S. National Cancer Institute's Surveillance, Epidemiology and End Results (SEER) Program.; Werdelin L, Nilsonne A. (January 1999). "The evolution of the scrotum and testicular descent in mammals: a phylogenetic view". J. Theor. Biol. 196 (1): 61–72. DOI:10.1006/jtbi.1998.0821. PMID 9892556)

O esperma (do grego: sperma - "semente") ou simplesmente sêmen (português brasileiro)) é o fluido orgânico produzido pelos machos de muitas espécies de animais para transportar os espermatozóides até o local de fertilização na fêmea.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/40/Human_semen_in_petri_dish2.jpg/220px-Human_semen_in_petri_dish2.jpgSémen humano logo após a ejaculação. As áreas claras (que aparecem negras ou marrom devido à cor do fundo) estão começando a se liquefazer(Lima, A. Oliveira. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001; Miller, Otto. Laboratório para o Clínico. São Paulo:Atheneu, 1999).

Patologia vinculadas.

A hiperplasia benigna da próstata (HBP) ou hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma condição médica caracterizada pelo aumento benigno da próstata que normalmente se inicia em homens com mais de 40 anos. Pode provocar estreitamento da uretra com dificuldade de micção.  O tratamento geralmente é realizado com mudanças no estilo de vida e com medicações. Casos mais sérios podem necessitar de cirurgia(Verhamme KM, Dieleman JP, Bleumink GS, et al. (2002). "Incidence and prevalence of lower urinary tract symptoms suggestive of benign prostatic hyperplasia in primary care--the Triumph project". Eur. Urol. 42 (4): 323–8. PMID 12361895).

Prostatite é a inflamação da próstata. Pode ter origem bacteriana ou não-bacteriana e serem sintomáticas ou assintomáticas. As prostatites são tratadas de acordo com o tipo de prostatite diagnosticado pelo médico. Podem ser utilizados medicamentos antibióticos, anti-inflamatórios, alfa-bloqueadores, antidepressivos tricíclicos, analgésicos, entre outros. A prostatite inflamatória assintomática não requer tratamento específico.

Câncer de próstata ou cancro da próstata é uma doença na qual ocorre o desenvolvimento de um cancro/câncer na próstata, uma glândula do sistema reprodutor masculino. Ocorre quando as células da próstata sofrem mutações e começam a se multiplicar sem controle. Estas células podem se espalhar (metástase) a partir da próstata em direção a outras partes do corpo, especialmente ossos e linfonodos. O câncer de próstata pode causar dor, dificuldade em urinar, disfunção erétil e outros sintomas(Aumüller, G.. Prostate Gland and Seminal Vesicles. Berlin-Heidecool.lberg: Springer-Verlag, 1979;  Moore, K.; Dalley, A.. Clinically Oriented Anatomy. Baltimore, Maryland: Lippincott Williams & Wilkins, 1999; Steive, H.. Handbuch der mikroskopischen Anatomie des Menschen. Vol. VII Part 2. Berlin: Springer, 1930. 1–399 p;  Miller, DC; Hafez, KS, Stewart, A, et al. (2003). "Prostate carcinoma presentation, diagnosis, and staging: an update form the National Cancer Data Base". Cancer 98: 1169. PMID 12973840;  van der Cruijsen-Koeter, IW; Vis AN, Roobol MJ, Wildhagen MF, de Koning HJ, van der Kwast TH, Schroder FH. (Jul 2005). "Comparison of screen detected and clinically diagnosed prostate cancer in the European randomized study of screening for prostate cancer, section rotterdam". Urol 174 (1): 121-5. PMID 15947595;  Jemal, A; Murray T; Ward E; Samuels A; Tiwari RC; Ghafoor A; Feuer EJ; Thun MJ. (Jan-Feb 2005). "Cancer statistics, 2005". CA Cancer J Clin 55 (1): 10–30. PMID 15661684. Erratum in: CA Cancer J Clin. 2005 Jul-Aug;55(4):259;  Wakai, K. (Feb 2005). "Descriptive epidemiology of prostate cancer in Japan and Western countries". Nippon Rinsho 63 (2): 207-12. PMID 15714967. Review. (em japonês);  Yeole, BB; Sunny L. (Jun-Dec 2001). "Population based survival from prostate cancer in Mumbai (Bombay), India". Indian J Cancer 38 (2–4): 126-32. PMID 1259345; Hsing, AW; Tsao L, Devesa SS. (January 1 2000). "International trends and patterns of prostate cancer incidence and mortality". Int J Cancer 85 (1): 60-7. PMID 10585584;  Osegbe, DN. (Apr 1997). "Prostate cancer in Nigerians: facts and nonfacts". J Urol 157 (4): 1340–3. PMID 9120935;  Di Blasio CJ, Rhee AC, Cho D, Scardino PT, Kattan MW. (2003). "Predicting clinical end points: treatment nomograms in prostate cancer". Semin Oncol 30 (5): 567-86. PMID 14571407).

A remoção cirúrgica da próstata, ou prostatectomia, é um tratamento comum tanto para os cânceres de estágio precoce, quanto para cânceres que falharam em responder à radioterapia. O tipo mais comum é a prostatectomia retropúbica radical, quando o cirurgião remove a próstata através de uma incisão abdominal. Outro tipo é a prostatectomia perineal radical, quando o cirurgião remove a próstata através de uma incisão no períneo, a pele entre o escroto e o ânus. A prostatectomia radical pode também ser realizada laparoscopicamente, através de diversas pequenas incisões (1 cm) no abdômen, com ou sem o auxílio de um robô cirúrgico. A cirurgia robótica é o método preferido no caso de pacientes obesos, devido à dificuldade das operações por cirurgia aberta e por laparoscopia. Porém esse procedimento demora mais tempo, em média o dobro em relação à cirurgia aberta(LEMES, Conceição. "Tempos Modernos? Cirurgia robótica", in: Revista Onco&, Iaso Editora, Dezembro 2011/Janeiro-Fevereiro 2012).

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e0/Digital_rectal_exam_nci-vol-7136-300.jpg/220px-Digital_rectal_exam_nci-vol-7136-300.jpgTodo o homem a partir dos 45 anos deve realizar o toque retal e dosagem do PSA, principalmente aqueles com história familiar de câncer de próstata e/ou de câncer de mama, mesmo sem sintomas.

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?63

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cd/Benign_Prostatic_Hyperplasia_nci-vol-7137-300.jpg/190px-Benign_Prostatic_Hyperplasia_nci-vol-7137-300.jpgCaso não tratado, o câncer de próstata invade órgãos próximos como bexiga, vesículas seminais, reto e se espalha pelo organismo danificando outros órgãos.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=U3z7Lf5ARvo

A vasectomia ou deferentectomia é um método contraceptivo através da ligadura dos canais deferentes no homem. É uma pequena cirurgia feita com anestesia local em cima do escroto. Não precisa de internação. É uma cirurgia de esterilização voluntária(Pamela J. Schwingl, Ph.D., and Harry A. Guess, M.D.. (2000). "Safety and effectiveness of vasectomy". Fertility and Sterility 73 (5): 923–936; Philp, T; Guillebaud et al. (1984). "Late failure of vasectomy after two documented analyses showing azoospermic semen". British Medical Journal (Clinical Research Ed.) 289 (6437): 77–79. PMID 6428685;  William R. Finger. (Spring 1998). "Attracting Men to Vasectomy". Network 18 (3)).

Vasectomia.jpg

 

Fórum 3 - Levando-se em consideração que o plantio da bananeira ocorre utilizando-se as \\"filhas\\" (brotação do caule subterrâneo desta frutífera) é possível afirmar que este vegetal nunca vai correr risco de extinção?

 

FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA

LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIA

CESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA

Fórum   3 - Levando-se em   consideração que o plantio da bananeira ocorre utilizando-se as \\"filhas\\"   (brotação do caule subterrâneo desta frutífera) é possível afirmar que este   vegetal nunca vai correr risco de extinção?

 

Uma série de fungos agressivos vem colocando em alto risco o cultivo da fruta mais popular do mundo. Diante de doenças temidas, como sigatoka negra e mal do Panamá raça 4, agrônomos e bananicultores no Brasil, na América Latina e na Ásia estão buscando novas técnicas de manejo e de melhoramento, mas não descartam a possibilidade de que essas ameaças, no futuro, acabem tornando necessária uma reinvenção da cultura. O desafio é tema de capa da nova edição de Unesp Ciência, revista da Universidade Estadual Paulista.  E  a preocupação não é só no Brasil, cientistas da França alertaram que, caso não seja tomada uma medida radical e imediata, em cerca de 10 anos não teremos mais bananas. Os responsáveis por isso seriam dois fungos, Panama e Sigatoka preto, os mesmos que já atacaram as batatas. Entretanto, diferente das batatas e outras plantações que esses fungos já atacaram, nas bananas eles se modificam, tornando o combate extremamente difícil.  Quase todos os tipos de banana plantados hoje são clone naturalmente mutantes das bananas selvagens, descobertas pelos fazendeiros há cerca de 10.000 anos atrás. A rara mutação fez com que as bananas selvagens nascessem estéreis, sem sementes. Plantações comerciais de banana foram totalmente devastadas em 1950, quando a doença Panama gerou uma variante dominante, a Gros Michel, além de uma variante resistente, a Cavendish. Tudo só foi solucionado com quantidades massivas de fungicida.  Uma luz do túnel já pode ser vista, entretanto. Cientistas de Honduras descascaram e amassaram 400 toneladas de bananas para encontrar 15 sementes para plantar. Assim, criaram um novo tipo de banana resistente à fungos, que pode crescer organicamente. Portanto, se as bananas não desaparecerem dos supermercados por volta de 2013 (o estudo teve início em 2003), elas terão aparência e gosto diferentes.

"Pacoba" e "pacova" se originaram do termo tupi pa'kowa, que significa "folha de enrolar". Banana, pacoba ou pacova é uma pseudobaga da bananeira, uma planta herbácea vivaz acaule da família Musaceae (género Musa - além do género Ensete, que produz as chamadas "falsas bananas"). A banana é o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, após arroz, trigo e milho. São cultivadas em 130 países. Originárias do sudeste da Ásia (com exceção da banana-da-terra, que é nativa do Brasil, são atualmente cultivadas em praticamente todas as regiões tropicais do planeta.   As pseudobagas formam-se em conjuntos (clusters) com até cerca de vinte bananas (cada conjunto é uma "penca"). Os cachos de bananas, pendentes na extremidade do falso caule da bananeira, podem ter 5 a 20 pencas e podem pesar de 30 a 50 kg. Cada banana pesa, em média, 125g, com uma composição de 75% de água e 25% de matéria seca. Bananas são fonte apreciável de vitamina A, vitamina C, fibras e potássio.

Classificação científica.

Reino:      Plantae.

Divisão:   Magnoliophyta.

Classe:     Liliopsida.

Ordem:    Zingiberales.

Família:   Musaceae.

Género:    Musa.

Veja abaixo algumas sugestões de como se plantar banana:

Como plantar banana - Originária de clima tropical úmido, a banana necessita de temperatura que esteja entre 10ºC a 40ºC, bastante luminosidade (cerca de 1.000 e 2.000 horas de luz/ano) e pouco vento. Com condições favoráveis, a planta tem crescimento contínuo e rápido, com produção abundante. As raízes da bananeira penetram de 60 a 80 cm de profundidade e por isso preferem os solos ricos em matéria orgânica, argilo-sílico-humosos, ou mistos, muito drenados.  Solos encharcados e possíveis de inundações devem ser evitados. Antes da plantação, é aconselhável realizar a análise do solo para fazer a calagem (se houver necessidade). A época indicada para o plantio é no início da estação chuvosa, evitando-se os meses de baixa temperatura. O espaçamento entre as covas varia entre os cultivares de porte alto, médio e baixo: porte alto: 2,5 a 3 metros; 3 x 3 metros; 3 x 4 metros e 2,5 x 2,5 metros.porte médio: 2 x 2,5 metros; 2,2 x 2,2 metros; 2,5 x 2,5 metros e 2 x 2 metros.porte baixo: 2 x 2 metros; 2,2 x 2,2 metros e 2 x 2,5 metros.  Não possui sementes, então, propaga-se por rizoma, brotado ou não-brotado; ou ainda por mudas produzidas em laboratórios. Conforme seu desenvolvimento, o rizoma brotado recebe as seguintes denominações: Chifre: muda bem desenvolvida com 40 a 60 cm de altura; Chifrinho: tem cerca de 25 cm de altura; Chifrão: é a mais desenvolvida, com a primeira folha normal; Muda alta ou de replante: acima de um metro de altura.  O rizoma não-brotado pode ser inteiro, subdividido ao meio e subdividido em 4 partes. Quando subdividido, cada pedaço deve ter mínimo de 500 g. A escolha da muda é essencial, pois dela dependerá a qualidade do bananal.  A origem deve ser de bananal vigoroso, sadio e em franca produção. Não devem apresentar sintomas da doença "Mal-do-Panamá", ataque de nematóides e broca-da-bananeira.  A adubação antes do plantio é realizado por cova (50 ou 60 cm de comprimento, largura e profundidade) aplicando-se 10 litros de esterco de curral ou 2 kg de esterco de aves (ou ainda 1 kg de torta de mamona). Introduz a muda na cova e coberta com terra. As adubações anuais devem ser feitas de acordo com o resultado da análise do solo e da produtividade esperada.  O bananal, deve ser mantido limpo e livre de ervas daninhas, o desbaste.  O primeiro desbaste é realizado quatro meses após o plantio, deixando em cada touceira apenas a planta inicial e rebento que estiver saindo. Após mais quatro meses realiza-se o segundo desbaste, deixando as duas primeiras plantas e mais um rebento.  Novamente, após 40 dias, acontece outro desbaste, o terceiro, ficando 4 plantas na touceira. A colheita da banana muda conforme o cultivar, precocidade, clima, tratamento, solo e finalidade da produção. Entre as variedades precoces, em média, o ciclo entre o plantio e o florescimento é de aprox. 9 meses; e depois, mais 3 meses e meio até a colheita. A bananeira tem sido uma fonte de fibra para tecidos de alta qualidade. No Japão, o cultivo de banana para vestuário e uso doméstico remonta pelo menos ao século XIII. No sistema japonês, folhas e brotos são cortados a partir da planta periodicamente para garantir a suavidade. Brotos colhidos são cozidos em primeiro em soda cáustica para preparar fibras para fazer fios têxteis. Esses brotos de banana produzem fibras de diferentes graus de maciez, produzindo fios e tecidos com diferentes qualidades para usos específicos. Por exemplo, as fibras ultraperiféricas da brotos são mais rudes, sendo adequados para toalhas de mesa, enquanto as fibras mais suaves da parte interna são desejáveis para quimonos e hakamas. Este tradicional processo japonês de fazer roupas requer muitos passos, todos feitos à mão. No sistema nepalês, ao contrário, o tronco é colhido e pequenos pedaços são submetidos a um processo de amaciamento, extração de fibras mecânicas, branqueamento e secagem. A seguir, enviam-se as fibras para o Vale de Katmandu, para uso em tapetes de seda com textura semelhante. Esses tapetes de fibra de bananeira são tecidos a mão pelos tradicionais métodos mepaleses e suas vendas são certificadas(FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 244; FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 079;  Brasil Sabor: Umbigo de banana;  Saúde Integral: Umbigo da banana; MACHADO, J. L. A. Banana: a musa paradisíaca. A história de um alimento que se tornou ícone. Disponível emhttp://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1001. Acesso em 27 de fevereiro de 2013; Tabela de Composição Nutricional de Alimentos Utilizados na alimentação de primatas não humanos in Nutrient Requirements of Nonhuman Primates: Second Revised Edition (2003);  Traditional Crafts of Japan - Kijoka Banana Fiber Cloth. Association for the Promotion of Traditional Craft Industries. Página visitada em 21 de fevereiro de 2013; Bananas: do Plantio ao Amadurecimento. Porto Alegre: Cinco Continentes, 1998 (100p.); DENHAM, T., Haberle, S. G., LENTFER, C., FULLAGAR, R., FIELD, J., PORCH, N., THERIN, M., WINSBOROUGH, B., & GOLSON, J.. Multi-disciplinary Evidence for the Origins of Agriculture from 6950-6440 Cal BP at Kuk Swamp in the Highlands of New Guinea. [S.L.]: Science: 2003 (June); FAO. Bananas Commodity notes: Final results of the 2003 season. [S.L.]: [S.N.], 2004; FERRÃO, José; Bananeira, in "Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira da Cultura, Edição Século XXI", Volume IV, Editorial Verbo, Braga, Março de 1998; FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Positivo, 2010; LEATHWOOD, P.D. & Pollet, P.. Diet-induced mood changes in normal populations. : J. Psychiat., 1984 (Res. 17(2):147-154); MANICA, I. Fruticultura Tropical 4. Banana. Cinco Continentes Editora, 485p., 1997; Microsoft do Brasil. Enciclopédia Encarta 2008. São Paulo (SP, Brasil): Microsoft do Brasil, 2008; SAINIO, E.L., PULKKI, K. & YOUNG, S.N.. L-Tryptophan: Biochemical, nutritional and pharmacological aspects. [S.L.]: Amino Acids, (1996) 10:21-47;  SKIDMORE, T. & SMITH, P.. Modern Latin America. 5. ed.. New York: Oxford University Press, 2001; XIAO, R., BECK, O. & HJEMDAHL, P.. On the accurate measurement of serotonin in whole blood. [S.L.]: Scand. J. Clin. Lab. Invest., 1998 (58: 505-510).

TEXTO DE PRODUÇÃO DO AUTOR: Como funciona a clonagem e quais as vantagens e desvantagens?

 2009 - REPUBLICAÇÃO

FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA

LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIA

CESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA

Prof. Dr. Rickardo Léo Ramos Gomes

Fórum 2 - Como funciona a clonagem e quais as vantagens e   desvantagens?

 

 

 

Dr. Panayiotis Zavos, um médico de fertilidade norte-americano, revelou em 17 de janeiro de 2004 em uma conferência de imprensa em Londres que ele havia transferido um embrião recém-clonado para uma mulher de 35 anos de idade. Em 4 de fevereiro de 2004, verificou-se que a tentativa não funcionou e que a mulher não havia engravidado. Severino Antinori anunciou em 2006 ter feito em 2003 três clones humanos((Joshua Lederberg. (1966). Experimental Genetics and Human Evolution. The American Naturalist 100, 915, pp. 519-531;  Watson, James. "Moving Toward a Clonal Man: Is This What We Want?" The Atlantic Monthly (1971);  Lewis D. Eigen (2010). Scriptamus, Human Clones May Be Among Us Now! Who Is Ready?;  "Human clone attempt fails", Daily Mail; "Human cloning attempt has failed", BBC News, 4 February 2004;  Agencia Estado (11/11/2006). Médico diz que três clones humanos "vivem bem" na Europa;  Lanza RP, Chung HY, Yoo JJ, et al.. (July 2002). "Generation of histocompatible tissues using nuclear transplantation". Nat. Biotechnol. 20 (7): 689–96. DOI:10.1038/nbt703. PMID 12089553).

Nações Unidas – Direito Internacional Público - Em 14 de dezembro de 2001, a Assembléia Geral da ONU começou a elaborar uma convenção internacional contra a clonagem reprodutiva dos seres humanos. Uma ampla coalizão de países, incluindo Espanha, Itália, Filipinas, Estados Unidos, Costa Rica e a Santa Sé, procurou estender o debate a proibição de todas as formas de clonagem humana, pois na sua opinião, a clonagem terapêutica humana viola a dignidade humana. Como não foi possível chegar a um consenso, em Março de 2005, foi adotada a Declaração das Nações Unidas sobre a Clonagem Humana a qual pedia pela proibição de todas as formas de clonagem humana, mas essa declaração não é obrigatória aos países membros. http://www.un.org/law/cloning/

A Austrália havia proibido a clonagem humana. Entretanto, em dezembro de 2006, um projeto de lei legalizando a clonagem terapêutica e a criação de embriões humanos para pesquisas com células-tronco foi aprovada pela Câmara dos Deputados. A clonagem terapêutica agora é legal em algumas partes da Austrália, dentro de certos limites e sujeito aos efeitos da legislação estadual(Prohibition of Human Cloning for Reproduction Act 2002 National Health and Medical Research Council, 12 June 2007).

Clonagem humana é a criação de uma cópia geneticamente idêntica de um ser humano. O termo é empregado para se referir à clonagem humana artificial, sendo que ele não é empregado para se referir ao nascimento de gêmeos idênticos, cultura de tecidos ou a cultura de células humana. Existem dois tipos comumente discutidos da clonagem humana: a clonagem terapêutica e a clonagem reprodutiva. A clonagem terapêutica envolve a clonagem de células de um adulto para uso em medicina e é uma área ativa de pesquisa, enquanto a clonagem reprodutiva implicaria fazer clones humanos. Clonagem reprodutiva ainda não foi realizada e é ilegal em muitos países.

Por que clonar?

A principal razão de clonar plantas ou animais é produzir em massa organismos com as qualidades desejadas, como uma premiada orquídea ou um animal fruto de engenharia genética. As ovelhas, por exemplo, foram alteradas geneticamente para produzir insulina humana. Se tivéssemos de recorrer apenas à reprodução sexuada (cruzamento) para produzir em massa esses animais, correríamos o risco de atenuar as características desejadas porque a reprodução sexuada tem implicações de componentes genético. Outras razões para a clonagem podem incluir a substituição de animais de estimação perdidos ou falecidos e repopular espécies ameaçadas ou até extintas. Independente da razão, as novas tecnologias de clonagem geraram muitos debates éticos entre os cientistas, políticos e público em geral. Vários governos já consideraram ou promulgaram leis para diminuir, limitar ou banir completamente os experimentos com clonagem. É claro que a clonagem fará parte das nossas vidas no futuro, mas os rumos dessa tecnologia ainda não foram determinados.

Dolly - Em 1997, a clonagem foi revolucionada quando Ian Wilmut e seus colegas do Instituto Roslin em Edinburgo, Escócia, clonaram com sucesso uma ovelha chamada Dolly. Dolly foi o primeiro mamífero clonado. Wilmut e seus colegas transplantaram um núcleo de uma célula de glândula mamária de uma ovelha Finn Dorsett no ovo desnucleado de uma ovelha Blackface escocesa. A combinação núcleo-ovo foi estimulada com eletricidade para fundi-los e estimular a divisão celular. A nova célula se dividiu e foi colocada no útero de uma ovelha Blackface para se desenvolver. Dolly nasceu meses depois. Dolly provou ser geneticamente idêntica às células mamárias Finn Dorsett e não à ovelha Blackface, o que demonstrou claramente que era um clone bem-sucedido (foram feitas 276 tentativas antes de dar certo o experimento). Dolly depois disso cresceu e reproduziu várias proles próprias através de meios sexuados normais. Portanto, a Dolly é um clone viável e saudável.  Desde a Dolly, diversos laboratórios universitários e empresas empregaram várias modificações da técnica de transferência nuclear para produzir mamíferos clonados, inclusive vacas, porcos, macacos, camundongos e Noé. Em 8 de janeiro de 2001, cientistas da Advanced Cell Technology Inc. anunciaram o nascimento do clone de um animal, um bezerro de gauro (um grande bovino selvagem da Índia e sudeste da Ásia) chamado Noé. Apesar de Noé ter morrido de uma infecção não relacionada com o procedimento, o experimento demonstrou que é possível salvar espécies ameaçadas por meio da clonagem.  Clonagem é o processo de criar um organismo geneticamente idêntico por meios assexuados. Ela tem sido usada por muitos anos para produzir plantas (até cultivar uma planta a partir de um corte é um tipo de clonagem). clonagem animal tem sido objeto de experimentos científicos por anos, mas atraiu pouca atenção até o nascimento do primeiro mamífero clonado em 1997, uma ovelha chamada Dolly. Depois da Dolly, vários cientistas clonaram outros animais, inclusive vacas e camundongos. O recente sucesso da clonagem de animais gerou debates acirrados entre os cientistas, políticos e o público em geral sobre o uso e a moralidade da clonagem de plantas, animais e possivelmente humanos.

Produzindo clones: vida vegetal - A natureza tem clonado organismos há bilhões de anos. Por exemplo, quando um pé de morango gera uma muda de micropropagação (uma forma de ramo modificado), uma nova planta cresce onde a muda se enraíza. Essa nova planta é um clone. Uma clonagem parecida ocorre com grama, batatas e cebolas.

Produzindo clones: reino animal -  As plantas não são os únicos organismos que podem ser clonados naturalmente. Os ovos não fertilizados de alguns animais (pequenos invertebrados, vermes, algumas espécies de peixe, lagartos e sapos) podem se desenvolver em adultos plenamente crescidos sob determinadas condições ambientais - normalmente algum tipo de estímulo químico. Este processo é chamado de partenogênese e a prole são clones das fêmeas que depositaram os ovos. Outro exemplo de clonagem natural são os gêmeos idênticos. Apesar de serem geneticamente diferentes dos pais, os gêmeos idênticos são clones entre si e que ocorrem naturalmente. Os cientistas já experimentaram com a clonagem animal, mas nunca foram capazes de estimular uma célula especializada (diferenciada) para produzir diretamente um novo organismo. Em vez disso, eles transplantam a informação genética de uma célula especializada em uma célula de óvulo não fertilizado cuja informação genética foi destruída ou removida fisicamente. Nos anos 70, um cientista chamado John Gurdon clonou girinos com sucesso. Ele transplantou o núcleo de uma célula especializada de um sapo (B) em um ovo não fertilizado de outro sapo (A) no qual o núcleo foi destruído por luz ultravioleta. O ovo com o núcleo transplantado se desenvolveu em um girino que era geneticamente idêntico ao sapo B.

Desejo escrever esse momento, dentro de uma linha de liberdade de pensar. E compartilhar a questão das interpretações em relação ao instituto biológico da clonagem.

Clonagem humana: aspectos jurídico, ético e teológico.

O Reino Unido foi o primeiro país a aprovar uma lei que autoriza a clonagem de embriões de seres humanos, proibindo, contudo, a clonagem para fins reprodutivos. A permissão para clonar embriões, segundo os defensores da nova modalidade de manipulação genética, visaria à cura de doenças degenerativas graves, como o mal de Alzeimer, e à regeneração e substituição de células doentes. Desde a primeira experiência de clonagem com a ovelha Dolly, em 1997 [01], até a decisão do Parlamento inglês, que autorizou a clonagem de embriões humanos, a ciência tem despertado sentimentos de euforia, preocupação e até mesmo de fúria. A euforia se percebe em grande parte do meio científico. A ciência, ao mapear a genética, conseguiu o trunfo de possibilitar que doenças, geneticamente herdadas, pudessem ser evitadas, com a substituição das células degeneradas por outras sadias. A partir da clonagem de animais, o mundo assiste, como se não acreditasse, ao grande passo para a reprodução humana clonada. [02] Porém, ao lado da euforia, percebe-se, mesmo dentre os cientistas, a preocupação quanto à rápida utilização dos embriões humanos, sem uma pesquisa mais aprofundada da nova espécie de manipulação. Outros pensadores e filósofos invocam a bioética para discutir os efeitos éticos resultantes da clonagem humana: o clone é um ser com identidade própria? É portador de direitos e tem uma personalidade capaz de ser individualizado como ser humano na sociedade? A fúria advém de grupos religiosos e conservadores que encaram a clonagem humana como a destruição da vida e a inversão de valores espirituais e religiosos(Em 2000, no Brasil, a Embrapa fez a sua primeira experiência de clonagem animal, clonando, com sucesso, o bezerro Vitória;  m o jbonline.terra.com.br/papel/internacional; Segundo o Novo Dicionário Aurélio, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, 3ª edição, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p. 488, etimologicamente, a palavra clone advém da raiz grega "klón" e significa rebento, broto;   Cf.Maria Helena Diniz, O Estado atual do Biodireito, São Paulo: Saraiva, 2001, p. 421;  PEIXINHO, Manoel Messias. Clonagem humana: aspectos teológico, ético e jurídico. Jus Navigandi, Teresina, ano 16, n. 2815, 17 mar. 2011 . Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/1868982>. Acesso em: 4 mar. 2013)

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Questões bioéticas estão presentes nesse processo.

Visão genérica.

O que o povo pensa?

 

Muitos aspectos são propalados em relação aos valores das vantagens e desvantagens do processo de clonagem.

Vantagens da Clonagem: · No tratamento de doenças genéticas, cria-se um clone e retira-se as células necessárias para curar a doença(?);  No caso de um dos membros de um casal ser estéril pode-se recorrer à clonagem para criar um clone e assim o casal já terá um descendente(?); Pessoas que tenham acidentes podem ser submetidas a clonagem para retirar do clone o órgão necessário à cura da deficiência causada; Recuperação de espécies em extinção.

Desvantagens da Clonagem: · Grandes investimentos financeiros e de recursos humanos;  A clonagem humana iria criar grandes conflitos com algumas religiões;  A maior parte dos clones morre precocemente; · Na clonagem de mamíferos, a maior parte dos clones nascidos têm deformações, problemas de adaptação.

Auto questionamento aos pontos focados.

Em auto reflexoes podem fazer um auto questionamento nos tópicos apresentados. Pesquisando encontrei posições distintas das vantagens e desvantagens.

1º " No tratamento de doenças genéticas, cria-se um clone e retira-se as células necessárias para curar a doença" - se a pessoa tem uma doença genética, todas as suas células tem essa doença, logo o seu clone, como é mais que obvio, também vai ter a mesma doença genética... logo não vai ajudar em nada!! Será????

2º " No caso de um dos membros de um casal ser estéril pode-se recorrer à clonagem para criar um clone e assim o casal já terá um descendente" - ao criarmos um clone, como vai ele ser descendente?? Ele vai ser um clone da pessoa! mesmo que o embrião seja implantado no útero da mulher, não vai ser filho dela nem dele!! É um clone!!

3º "Pessoas que tenham acidentes podem ser submetidas a clonagem para retirar do clone o órgão necessário à cura da deficiência causada" - isto é impossivel por duas razoes, uma, ainda não é possivel clonagemm de mamiferos superiores, e depois, o clone, é um humano, logo tem direito a dar ou não parte de si, bem como nenhum medico no mundo tiraria um braço ou pulmao de outro humano (clone ou nao) assim só porque sim!

4º "Recuperação de espécies em extinção" - de todas as vantagens aqui ditas esta é a unica aceitavel, mas mesmo assim um pouco impraticavel porque iria reduzir drasticamente o pool genetico, isto é, a variabilidade genetica da especie.

5º "Grandes investimentos financeiros e de recursos humanos" e "A maior parte dos clones morre precocemente" estas estão certas, a clonagem ainda está longe de resultar devido a problemas do fuso acromatico e da manutenção dos telomeros.

6º "A clonagem humana iria criar grandes conflitos com algumas religiões" - serio?? então os ateus e agnosticos não iriam ter problemas com isso?? ...

7º " Na clonagem de mamíferos, a maior parte dos clones nascidos têm deformações, problemas de adaptação" - problemas de adaptação?? serio? ficam tristes por serem clones e suicidam-se?? E Para corrigir/completar, todos os clones tem deformaçoes, por isso a maior parte nem chega a nascer, ou melhor, grande parte das celulas clonadas nem desenvolve para embrião se quer!!

 

 

CONCLUSÃO

As indagações suscitadas sobre a clonagem humana ainda amadurecerão. A ciência não pára os seus experimentos com a clonagem humana e as discussões continuam gravitando em torno dos desafios científicos ou ético-religiosos, como se a ciência pudesse prosseguir a sua trajetória incólume aos desafios éticos.