FARMACOLOGIA
CLÍNICA
ESTUDOS
TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA
“USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
http://urmfarmacologia.blogspot.com/
ARTIGO OPORTUNO EM
FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
FARMACOLOGIA
CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso
profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da
pandemia “COVID-19”
CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Teoria
e Prática na Pesquisa Farmacológica
Fortaleza
2020
Artigo científico
apresentado a Sociedade Civil em caráter contributivo em face da importância
científica da pesquisa em curso na Universidade Federal do Ceará denominada...
“HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos
profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão
teórica prática mundial - em face da pandemia “COVID-19”), que será conduzida
pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes”. Os dados aqui
inseridos serão oportunamente utilizados pelo autor em fase do seu projeto
“futuro” de Doutorado em Farmacologia Médica e na Disciplina de Atividades
Complementares junto a Licenciatura em Ciências Biológica, na FACULDADE CENTRO
UNIVERSITÁRIO FAVENI.
Este
texto representa a continuidade da dissertação do artigo que é resultado de uma
pesquisa
teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica Clínica Aplicada. Como
já foi mencionado “é inspirada
na decisão da Universidade Federal do Ceará, a partir do manifesto “...a universidade é a sua capacidade de fazer ciência, de produzir
conhecimento que contribua para resolver os problemas e aflições da sociedade.
É, em outras palavras, a capacidade e o comprometimento de produzir pesquisa
com impacto social.
Foi pensando na possibilidade de contribuir para o enfrentamento da crise
provocada pela COVID 19 e confiando na capacidade dos nossos
pesquisadores, que incorporamos, como ação institucional da UFC, a pesquisa:
HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” no tratamento profilático dos
profissionais de saúde, que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz,
Elizabeth e Odorico Moraes. Que Deus nos oriente e guie os nossos
pesquisadores.
Candido Albuquerque.
Magnífico Reitor da Universidade
Federal do Ceará.
PARA
FINS DIDÁTICO ESTA REDAÇÃO SEGUE UM CONTROLE DE PROTOCOLO NA ORDEM PRT
7.475.345-2020.
Os
estudos do autor objetivam formar elementos teóricos e práticos a serem
desenvolvidos em projeto de pesquisa que se espera que resultem na tese de
DOUTORADO a ser futuramente desenvolvida. Neste trabalho especifico, o autor
busca também, aproveitar seu conteúdo como parte da carga horária de suas
atividades complementares a serem creditadas na sua formação em conclusão, no
Curso de Licenciatura em Biologia na FACULDADE UNICENTROFAVENI. A iniciativa da
Universidade Federal no Estado do Ceará pode ter uma relevância junto à sociedade
civil em caráter contributivo em face da importância científica da pesquisa
“HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos
profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados - em face
da pandemia COVID-19. Porém, sem questionamento de mérito da pesquisa a ser no
futuro apresentada, é relevante conhece a HIDROXICLOROQUINA, e neste desiderato
sua associação com o ZINCO. Outro aspecto relevante no campo do questionamento
científico é a perspectiva de uso “profilático” por parte dos profissionais de
saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados de COVID-19.
O
presente (pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica
Clínica Aplicada) estudo busca se enquadrar na uniformização da
nomenclatura e os conceitos classificatórios existentes na literatura,
relativos aos desenhos ou modelos de estudo científico mais comumente
utilizados em pesquisas na área da Farmacologia Clínica. Assim, procurou-se
facilitar a elaboração do delineamento de um projeto de pesquisa científica,
visando sua aplicabilidade em face da possibilidade de ser recepcionado como
elemento de pesquisa para base de formação de Protocolo de USO RACIONAL DE
MEDICAMENTO NA CLÍNICA MÉDICA. Espera o autor auxiliar o pesquisador fora de
seu grupo a identificar o delineamento proposto em um artigo, assim como
desenvolver um senso de crítica metodológica mais apurada sobre o mesmo, além
de desmistificar a miscelânea (conjunto confuso de coisas diferentes; mistura
mixórdia) conceitual existente na literatura.
Existe
uma farta sinonímia na literatura para o conceito da expressão "Desenhos
re pesquisa", como "Modelos de estudos", "Delineamentos de
estudos", "Delineamentos de pesquisas", "Modelos de
investigação científica", "Modelos de planejamento",
"Modelos de delineamento", "Delineamentos
clínico-epidemiológicos", "Desenhos de estudos", "Desenhos
metodológicos", "Métodos epidemiológicos", "Estratégias de
pesquisa", "Tipos de estudos" ou "Tipos de
investigação". Conforme as organizações dos roteiros das pesquisas existem
várias conceituações básicas a serem seguidas em relação aos modelos de estudo
científicos.
1
- Corona Vírus “Disease” X Xenofobia.
Em
30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença(??) causada pelo novo
coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância
Internacional. Tal manifestação representa o nível de alerta mais elevado da
Organização, conforme descreve e prevê o Regulamento Sanitário Internacional. Na data de 11 de março de 2020, a COVID-19
foi caracterizada pela OMS como uma pandemia. Até o fechamento desta redação
descritiva(do ensaio do autor) constatou-se que já são confirmados no mundo
2.074.529 casos de COVID-19 e empós esta data(quando da revisão do ensaio do
autor) existe a projeção para a existência de
novos casos em relação aos aqui citados(até 17 de abril de 2020).
Estatísticas confirmam que no Brasil existem 33.682 casos confirmados e 2.141
mortes até à tarde do dia 17 de abril de 2020. É importante entender que as
organizações científicas estão prestando apoio técnico ao Brasil e outros
países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19, principalmente a OPAS e
a OMS. Assim, neste mesmo sentido não
podemos deixar de apoiar as iniciativas das diversas universidades brasileiras
que buscam encontrar em fármacos já licenciados, uma solução
clínica-terapêutica para salvar vidas de pacientes acometidos com as
conseqüências da COVID19. Porém, para o mundo não acadêmico no campo da Farmacologia
Clínica, e da Virologia é interessante entendermos alguns aspectos pertinentes
ao nexo causal da necessidade destas pesquisas emergências.
1.1
- Corona Vírus “Disease: Wuhan, na China
X Xenofobia – Chinês x Crime de Guerra em Tempo de paz.
Organização
Mundial da Saúde (OMS) propalou o conceito oficial da doença causada pelo novo
coronavírus de Covid-19. COVID significa Corona Virus Disease (Doença do
Coronavírus), enquanto “19” se referem a 2019, quando os primeiros casos em
Wuhan, na China, foram divulgados publicamente pelo governo chinês no final de
dezembro. A denominação é importante para evitar casos de xenofobia e
preconceito, além de confusões com outras doenças. As mais e respeitáveis
instituições no “mundo”, entre elas Ministério da Saúde (MS); Centers for
Disease Control and Prevention (CDC); e Organização Mundial da Saúde (OMS)
afirmam que “os coronavírus causam infecções respiratórias em seres humanos e
em animais. Geralmente, são doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes
a um resfriado comum. Já o novo coronavírus é uma nova cepa do vírus
(2019-nCoV) que foi notificada em humanos pela primeira vez na cidade de Wuhan,
na província de Hubei, na China”.
Os sintomas do coronavírus são
principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar
infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os principais são
sintomas são: febre, tosse e dificuldade para respirar. O diagnóstico do
coronavírus é feito a partir da coleta de amostras respiratórias de pacientes
considerados suspeitos, são realizados testes baseados em técnicas de biologia
molecular. Observa-se nas redes sociais um verdadeiro terrorismo em torno de
conceitos e de fatos que precisam ser confirmados antes de propalação em massa.
Esta manifestação de não compartilhar informações é equivocada, porém requer
cautela quando do compartilhamento. Uma grande questão que leva dúvidas em
torno de uma “QUARENTENA” ou isolamento sanitário, ou epidemiológico é em torno
de sabermos de fato e do ponto de vista da ciência, “como o coronavírus é
transmitido?
O
autor deste ensaio se respalda por formação nas fontes Ministério da Saúde (MS);
Centers for Disease Control and Prevention (CDC); e Organização Mundial da
Saúde (OMS) que conduzem através de seus organismos científicos as
investigações sobre transmissão do novo coronavírus, que por sinal ainda estão
em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação
por contato está ocorrendo. É importante observar que a disseminação de pessoa
para pessoa pode ocorrer de forma continuada.
Alguns
vírus de amplo conhecimento das fontes Ministério da Saúde (MS); Centers for
Disease Control and Prevention (CDC); e Organização Mundial da Saúde (OMS) são
altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está
claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.
Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por
contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva; espirro;
tosse; catarro; contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão; e contato
com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz
ou olhos.
Não
podemos descarta as possibilidades diversas entre elas que boa parte da
sociedade brasileira adota animais domésticos. A questão é os animais domésticos
podem ser infectados com o novo coronavírus?
Assim,
embora do ponto de vista monográfico acadêmico o assunto possa ser abordado,
não se localizou até a presente data (19/04/2020, 23:59hs)
fontes que possa nos levar a discutir tais riscos. De outro lado o Governo da
República, Brasil, tem descrito que “esse vírus pareça ter surgido de uma fonte
animal na China”, o risco segundo as instituições é que nesse momento a maior
preocupação é com a transmissão entre pessoas. Não há, até o momento, evidência
“factica” que nos leve a sugerir que os animais podem ser fonte de transmissão
do novo coronavírus(Ministério da Saúde
(MS) - Centers for Disease Control and Prevention (CDC) - Organização Mundial
da Saúde (OMS).
Vamos
estabelecer condutas objetivando se prevenir contra o coronavírus. Vivemos um
momento de pandemia. Vamos fazer a nossa parte, hoje e sempre em face do novo
coronavírus, ou outros no futuro, é relevante, importante que se siga as
orientações do Ministério da Saúde e dos governos estaduais e municipais. Temos
o dever ético e legal de fazer a nossa parte.
Exemplos:
a. - Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir com um lenço de
papel descartável ou com a parte interna do cotovelo (nunca as mãos);
b. - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
c. - Evitar contato com pessoas que apresentem sinais da doença;
d. - Evitar sair de casa;
e. - Evitar locais de muita aglomeração;
f.
- Grupos vulneráveis, como idosos,
crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas ou com imunodeficiência,
devem ficar mais atentos às manifestações clínicas;
g. - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos
20 segundos, incluindo o espaço entre os dedos, unhas e punhos;
h. - Lavar as mãos principalmente antes de comer e após tossir ou
espirrar;
i.
- Limpar e desinfetar objetos e
superfícies tocados com frequência, como celulares;
j.
- Manter os ambientes bem ventilados;
k.
- Não compartilhar objetos de uso
pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
l.
- Pessoas doentes devem permanecer em
casa e, caso a doença se agrave procurar a unidade básica de saúde;
m. - Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução
padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não
estéril e óculos de proteção);
n. - Se não tiver água e sabão, usar desinfetante para as mãos a
base de álcool;
o. - Usar lenço descartável para higiene nasal.
1.1.1 -
Wuhan, na China.
As
especulações são diversas em relação à origem desse novo coronavírus. Um fato é
certo, se sabem estão ocultando, todavia a origem desse novo vírus ainda é
desconhecida. Pesquisadores estão trabalhando na árvore genética do novo
coronavírus para tentar determinar essa fonte. Os coronavírus pertencem a uma
família de vírus, que podem circular tanto entre pessoas, como entre animais,
incluindo camelos, gatos e morcegos. Pesquisadores chineses já identificaram
que o novo vírus teve origem em um grande mercado de frutos do mar na cidade de
Wuhan, na China.
1.1.1.1
- Somos cientes que existem vários tipos de coronavírus que afetam os animais
não se tem noticias de mutações.
É
inquestionável a ansiedade e o pânico em torno da “Covid-19” que gera
incertezas na humanidade, porém, infelizmente não se sabe ainda a origem deste
vírus e o tratamento adequado e indicado para a doença, através de um protocolo
terapêutico. Uma vez identificada à origem do vírus e a identificação segura da
evidencias dos quadros clínicos derivados da ação virótica pode se pensar em
longo prazo para a fixação de uma Diretriz médica.
1.1.1.2
- Diretrizes médicas.
Um
profissional de saúde é obrigado a conhecer as diretrizes médicas de sua
profissão e precisa decidir se segue as recomendações de uma diretriz para um
tratamento individual.
Considerando
que os usuários do SUS serão os pacientes mais atendidos nas unidades públicas,
neste momento é relevante que se observe no âmbito técnico - cientifico e
legal Protocolos Clínicos e Diretrizes
Terapêuticas (PCDT). Que são na verdade documentos que estabelecem critérios
para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado,
com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as posologias
recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a
verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores do SUS.
Devem ser baseados em evidência científica e considerar critérios de eficácia,
segurança, efetividade e custo-efetividade das tecnologias recomendadas.
Este
ensaio é audacioso, pretende contribuir com PROTOCOLO DE USO RACIONAL DE
MEDICAMENTOS, e neste momento surge à oportunidade de questionar os
medicamentos citados na introdução deste ensaio em face de uma diretriz médica,
que também podemos conceituar como diretriz clínica, diretriz de tratamento
padrão ou linha de prática clínica.
Em
relação à Corona Vírus “Disease, as pesquisas vão gerar a nosso ver documentos
com o objetivo de orientar decisões e critérios relacionados ao diagnóstico,
gerenciamento e tratamento em áreas específicas da saúde, e neste caso na
“COVID-19”.
Protocolos
de Diretriz médica nos levam a entender que tais documentos devem ser
impositivos na condução das pesquisas clínicas que estão em curso em particular
a desenvolvida na UFC denominada HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO. Neste
desiderato o autor do presente artigo avança na visão do “URM Protocolo de
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso
profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia
COVID-19”.
1.1.1.2.1
- Diretrizes médicas. "off label" - Covid-19: chineses concluem que
hidroxicloroquina não é melhor que cuidado usual.
As
pesquisas com HIDROXICLOROQUINA e CLOROQUINA já levaram a óbitos diversos seres
humanos, e obviamente esta situação não deve afastar a determinação do
cientista em buscar soluções.
Covid-19:
chineses concluem que hidroxicloroquina não é melhor que cuidado usual. Pesquisadores
estudam se o remédio, usado para tratar o lúpus e a artrite reumatoide, teria
eficácia contra o novo coronavírus.
A
hidroxicloroquina é um pouco diferente do fosfato de cloroquina, usado no
tratamento da malária. Não há diferença significativa entre a hidroxicloroquina
e outros cuidados já adotados para tratar casos de Covid-19, mostram o primeiro
estudo controlado feito por pesquisadores chineses.
A
droga, usada para tratar o lúpus e a artrite reumatoide, é uma das várias que
os cientistas estão testando para ver se há melhora de sintomas e recuperação
de pacientes infectados pelo novo coronavírus.
O
USO DA CLOROQUINA E DA HIDROXICLOROQUINA NO TRATAMENTO DA COVID-19. É um (...)
estudo que testou apenas hidroxicloroquina sem associação farmacológica, com o
antibiótico azitromicina. Esta é uma das limitações apontadas pelos revisores
do trabalho, além do número de pacientes envolvidos (30).
A
terapia combinada de azitromicina e hidroxicloroquina tem sido considerada
melhor do que a monoterapia com hidroxicloroquina para controlar a infecção
mista de vírus e bactérias, mas o uso é ainda "off label" – quando
uma droga é aprovada para determinada função e utilizada para outra – ou dentro
de ensaios clínicos que estão em andamento.
A
hidroxicloroquina é um pouco diferente do fosfato de cloroquina, outro
medicamento atualmente usado no tratamento da malária, que está sob
investigação para o tratamento da Covid-19. Ambos os fármacos estão em uso há
décadas, mas também apresentam riscos. "Muitos médicos de terapia
intensiva estão dispostos a tentar qualquer coisa nesses tempos sem precedentes",
disse Mel Thomson, especialista em doenças infecciosas que revisou os dados.
"Qualquer uso generalizado de medicamentos anti-infecciosos 'off label'
deve ser tratado com muita cautela, pois as consequências não intencionais
podem significar um aumento na resistência a esses compostos por parasitas e
bactérias, seus alvos pretendidos originais", afirmou Thomson.
O
novo estudo, liderado por uma equipe do Centro Clínico de Saúde Pública de
Xangai, na China, envolveu 30 pacientes hospitalizados com Covid-19. Metade dos
pacientes recebeu 400 mg de hidroxicloroquina por dia durante cinco dias, além
dos cuidados usuais, enquanto os outros pacientes do grupo controle tiveram
apenas os cuidados usuais. Não se utilizou um placebo. Os cuidados usuais
incluíram repouso no leito, inalação de oxigênio e administração de
medicamentos antivirais ou antibióticos, conforme necessário ou recomendado, de
acordo com o plano de tratamento do hospital.
Todos
os pacientes de ambos os grupos receberam “interferon alfa” com um “nebulizador
e umifenovir” – um tratamento antiviral aprovado na China para influenza
(administrado em 67% dos pacientes em tratamento usual e em 80% dos pacientes
que receberam hidroxicloroquina).
Dois
pacientes receberam “lopinavir-ritonavir”, um antiviral normalmente usado para
tratar infecções por HIV. Na admissão, a tomografia computadorizada do tórax
não encontrou diferenças significativas entre os dois grupos. Nenhuma paciente
estava grávida ou apresentava condições subjacentes graves, incluindo condições
neurológicas ou psiquiátricas.
Os
pesquisadores estabeleceram como seu objetivo primário, resultado mais
importante para medir a eficácia, a redução na carga viral, definida pelo teste
Covid-19 (PCR). Uma semana após a hospitalização, 86,7%, oitenta e seis, vírgula,
sete por cento, dos pacientes no grupo experimental e 93,3%, noventa e três,
vírgula três por cento, dos pacientes no grupo de atendimento habitual
apresentaram resultado negativo.
A
diferença não foi estatisticamente significativa. Em duas semanas, todos os
pacientes de ambos os grupos apresentaram resultado negativo e melhora nos
sintomas.
Diarréia
em curto prazo e função hepática anormal ocorreu em 26,7% do grupo
hidroxicloroquina e em 20% do grupo de controle. A taxa de eventos adversos
(efeitos colaterais que podem ou não estar relacionados à medicação) foi
semelhante nos dois grupos. A temperatura dos pacientes voltou ao normal
praticamente na mesma proporção nos dois grupos. A progressão da doença nas
imagens de tomografia computadorizada também foi estatisticamente semelhante
(33,3% do grupo hidroxicloroquina e 46,7% do grupo de cuidados habituais).
Azitromicina
é um antibiótico usado no tratamento de várias infecções bacterianas. Entre as
indicações mais comuns estão o tratamento de otite média, faringite
estreptocócica, pneumonia, diarréia do viajante e outras infecções intestinais.
Pode também ser usada no tratamento de várias infecções sexualmente
transmissíveis, incluindo clamídia e gonorréia. Em associação com outros
fármacos, pode também ser usada no tratamento de malária. Pode ser administrada
por via oral ou intravenosa(The American Society of Health-System Pharmacists).
A
sua segurança durante a amamentação não está firmemente estabelecida, mas é
provavelmente segura.[3] A azitromicina é um antibiótico do grupo dos
macrólidos.
A
Azitromicina é classificada pela OMS como de importância crítica para a
medicina humana(World Health Organization, 2019). Está disponível como medicamento
genérico [8] e é vendida sob diversas marcas comerciais em todo o mundo. Marcas
comerciais: Azitromicina (EMS); Astro (Eurofarma); Azi (Sigma Pharma); Azimed
(Grupo Cimed); Azitromed (Medquímica); Azimix (Ativus); Azitrolab (Multilab); Azitron
(Mabra); Clindal (Merck); Selimax Pulso (Libbs); Tromizir (Belfar); Zidimax
(Laboris); Zimicina (Sandoz); Zithromax (Pfizer); Zitroneo (Neo Química).
1.1.2
- Xenofobia – Chinês.
1.1.3
- Crime de Guerra em Tempo de paz.
1.1.4
- Vírus: Guerra biológica.
1.1.5
– A Estratégia para “enfrentar a pandemia” gera graves problemas políticos no
Brasil.
Estratégia
contra o coronavírus opõe ministro e presidente. Desde o início da crise do
coronavírus, ministro de da saúde e presidente da república têm se desentendido
sobre a melhor estratégia de combate à doença. Enquanto o Exmo Sr Presidente
Jair Bolsonaro defende flexibilizar medidas como fechamento de escolas e do
comércio para mitigar os efeitos na economia do país, permitindo que jovens
voltem ao trabalho, o ministro tem mantido a orientação da pasta para as
pessoas ficarem em casa. A recomendação do titular da Saúde segue o que dizem
especialistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS), que consideram o
isolamento social a forma mais eficaz de se evitar a propagação do vírus.
Ministro e presidente também têm divergido sobre o uso da cloroquina em
pacientes da Covid-19. O Presidente da República é um entusiasta do medicamento
indicado para tratar a malária e que tem apresentado resultados promissores
contra o coronavírus segundo eles. O Ministro da Saúde, Mandetta, por sua vez,
tem pedido cautela na prescrição do remédio, uma vez que ainda não há pesquisas
conclusivas que comprovem sua eficácia contra o vírus. As últimas atitudes do
ministro elevaram a temperatura do confronto e, na visão de auxiliares,
terminou por acelerar sua saída da equipe. O estopim da nova crise foi a
entrevista dada por Mandetta ao programa “Fantástico”, da Rede Globo, em uma
noite de um domingo. O tom adotado pelo ministro foi considerado por militares
do governo e até mesmo por secretários estaduais da Saúde como uma “provocação”
ao presidente. Parece que a saída do Ministro nada tem a ver com
“incompetência”, mas, por conta de que pesquisas mostraram que o Ministro
Mandetta, estava mais popular que o Presidente Bolsonaro.
1.1.5
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A
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