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domingo, 12 de julho de 2020

Émile Durkheim, o criador da sociologia da educação

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Émile Durkheim, o criador da sociologia da educação

Para o sociólogo francês, a principal função do professor é formar cidadãos capazes de contribuir para a harmonia social


Émile Durkheim
Émile Durkheim


Em cada aluno há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917) chamou de individual. Tal porção do sujeito - o jovem bruto -, segundo ele, é formada pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século 19. Principalmente por meio da psicologia, entendida então como a ciência do indivíduo, os professores tentavam construir nos estudantes os valores e a moral. A caracterização do segundo ser foi o que deu projeção a Durkheim. "Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando também o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de idéias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte", explica Dermeval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas.
Dessa forma, Durkheim acreditava que a sociedade seria mais beneficiada pelo processo educativo. Para ele, "a educação é uma socialização da jovem geração pela geração adulta". E quanto mais eficiente for o processo, melhor será o desenvolvimento da comunidade em que a escola esteja inserida.


Nessa concepção durkheimiana - também chamada de funcionalista -, as consciências individuais são formadas pela sociedade. Ela é oposta ao idealismo, de acordo com o qual a sociedade é moldada pelo "espírito" ou pela consciência humana. "A construção do ser social, feita em boa parte pela educação, é a assimilação pelo indivíduo de uma série de normas e princípios - sejam morais, religiosos, éticos ou de comportamento - que baliza a conduta do indivíduo num grupo. O homem, mais do que formador da sociedade, é um produto dela", escreveu Durkheim.



Essa teoria, além de caracterizar a educação como um bem social, a relacionou pela primeira vez às normas sociais e à cultura local, diminuindo o valor que as capacidades individuais têm na constituição de um desenvolvimento coletivo. "Todo o passado da humanidade contribuiu para fazer o conjunto de máximas que dirigem os diferentes modelos de educação, cada uma com as características que lhe são próprias. As sociedades cristãs da Idade Média, por exemplo, não teriam sobrevivido se tivessem dado ao pensamento racional o lugar que lhe é dado atualmente", exemplificou o pensador.

Ensino público e laico

Durkheim não desenvolveu métodos pedagógicos, mas suas idéias ajudaram a compreender o significado social do trabalho do professor, tirando a educação escolar da perspectiva individualista, sempre limitada pelo psicologismo idealista - influenciado pelas escolas filosóficas alemãs de Kant (1724-1804) e Hegel (1770-1831). "Segundo Durkheim, o papel da ação educativa é formar um cidadão que tomará parte do espaço público, não somente o desenvolvimento individual do aluno", explica José Sérgio Fonseca de Carvalho, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).


Nas palavras de Durkheim, "a educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto". Tais exigências, com forte influência no processo de ensino, estão relacionadas à religião, às normas e sanções, à ação política, ao grau de desenvolvimento das ciências e até mesmo ao estado de progresso da indústria local.



Se a educação for desligada das causas históricas, ela se tornará apenas exercício da vontade e do desenvolvimento individual, o que para ele era incompreensível: "Como é que o indivíduo pode pretender reconstruir, por meio do único esforço da sua reflexão privada, o que não é obra do pensamento individual?" E ele mesmo respondeu: "O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-lo sem ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada". Por tudo isso, Durkheim é também considerado um dos mentores dos ideais republicanos de uma educação pública, monopolizada pelo Estado e laica, liberta da influência do clero romano.

Autoridade do professor

Durkheim sugeria que a ação educativa funcionasse de forma normativa. A criança estaria pronta para assimilar conhecimentos - e o professor bem preparado, dominando as circunstâncias. "A criança deve exercitar-se a reconhecer [a autoridade] na palavra do educador e a submeter-se ao seu ascendente; é por meio dessa condição que saberá, mais tarde, encontrá-la na sua consciência e aí se conformar a ela", propôs ele. "Em Durkheim, a autonomia da vontade só existe como obediência consentida", diz Heloísa Fernandes, da Faculdade de Ciências Sociais da USP. O sociólogo francês foi criticado por Jean Piaget (1896-1980) e Pierre Bourdieu (1930-2002), defensores da idéia de que a criança determina seus juízos e relações apenas com estímulos de seus educadores, sem que estes exerçam, necessariamente, força autoritária sobre ela.

Durkheim e a educação: padrão social

A elaboração, adoção e socialização dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)foi uma grande conquista para a educação brasileira. Houve padronização na indicação dos conteúdos curriculares e uma clara demonstração do que o governo espera dos jovens que deixarão os bancos escolares nos próximos anos. Para o professor Dermeval Saviani, da Unicamp, esse fato tem certa relação com as concepções de Durkheim. "Os currículos são sugeridos para todos. Esses documentos mostram as necessidades da sociedade. Agora, cabe aos estabelecimentos de ensino pegar essas indicações e moldá-las aos estudantes", explica. "A idéia de fundo é colocar as pessoas certas nos lugares certos, onde a comunidade precisa", diz.

Biografia

Émile Durkheim nasceu em 1858, em Épinal, no noroeste da França, próximo à fronteira com a Alemanha. Era filho de judeus e optou por não seguir o caminho do rabinato, como era costume na sua família. Mais tarde declarou-se agnóstico. Depois de formar-se, lecionou pedagogia e ciências sociais na Faculdade de Letras de Bordeaux, de 1887 a 1902. A cátedra de ciências sociais foi a primeira em uma universidade francesa e foi concedida justamente àquele que criaria a Escola Sociológica Francesa. Seus alunos eram, sobretudo, professores do ensino primário. Durkheim não repartiu o seu tempo nem o pensamento entre duas atividades distintas por mero acaso. Abordou a educação como um fato social. "Estou convicto de que não há método mais apropriado para pôr em evidência a verdadeira natureza da educação", declarou. A partir de 1902, foi auxiliar de Ferdinand Buisson na cadeira de ciência da educação na Sorbonne e o sucedeu em 1906. Estava plenamente preparado para o posto, pois não parara de dedicar-se aos problemas do ensino. Dentro da educação moral, psicologia da criança ou história das doutrinas pedagógicas, não há campos que ele não tenha explorado. Suas obras mais famosas são A Divisão do Trabalho Social e O Suicídio. Morreu em 1917, supostamente pela tristeza de ter perdido o filho na Primeira Guerra Mundial, no ano anterior.

Tempo de mudanças

A segunda metade do século 19 marca o nascimento de algumas ciências humanas, como antropologia, sociologia, psicanálise e lingüística. Charles Darwin (1809-1882), Karl Marx (1818-1883) e Sigmund Freud (1856-1939), para citar apenas alguns clássicos, estavam formulando as idéias que reorientariam o pensamento mundial mais tarde, assim como fez Durkheim no campo da sociologia. A França vivia um período de conflitos - parte da região da Lorena, onde Durkheim nasceu, foi tomada pela Alemanha em 1871, o que levou à guerra entre os dois países. Nesse mesmo ano, foi proclamada a Terceira República Francesa, que implantou medidas políticas inovadoras, como a instituição da lei do divórcio. Na educação, devido também à influência das concepções de Durkheim, a Terceira República trouxe a obrigatoriedade escolar para crianças de 6 a 13 anos e a proibição do ensino religioso nas escolas públicas, ideais que até hoje estão entre os pilares educacionais naquele país. Tais transformações foram fundamentais para a preocupação de Durkheim com a formação de professores para a nova escola laica republicana. Ele viveu também no período da chamada Segunda Revolução Industrial, quando o motor de combustão interna, o dínamo, a eletricidade, o telégrafo e o petróleo tomaram a atenção do mundo todo. Morreu durante a Primeira Guerra Mundial, no ano da Revolução Russa.

Para pensar

Durkheim dizia que a criança, ao nascer, trazia consigo só a sua natureza de indivíduo. "A sociedade encontra-se, a cada nova geração, na presença de uma tábua rasa sobre a qual é necessário construir novamente", escreveu. Os professores, como parte responsável pelo desenvolvimento dos indivíduos, têm um papel determinante e delicado. Devem transmitir os conhecimentos adquiridos, com cuidado para não tirar a autonomia de pensamento dos jovens. A proposta de Durkheim levará o aluno a avançar sozinho? Esse modelo de formação externa contraria a independência nos estudos? Ou será uma condição para que a educação cumpra seu papel social e político?


FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Este tópico contém 190 respostas, possui 79 vozes e foi atualizado pela última vez por  CESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA 2 segundos atrás.
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  • Autor
  • FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #908420RESPOSTA
    Nós sabemos que a família é a base da sociedade, nela é onde encontramos pessoas que realmente nos sentimos em casa ,pessoas que nos ama e nos querem bem.Mas talvez algum membro da família acaba se envolvendo com doenças sociais,como o vicio em álcool e drogas licitas ou ilícitas. Alguns famílias  não conseguem lidar com essa problemática, o que faz a pessoas irem morar na rua,as vezes por falta de apoio. Consideramos em primeiro momento que tal decisão pode ter ou não uma explicação na neurological um problema mental que talvez estivesse li a muito tempo e que desencadeou uma situação de rompante que nem mesmo a própria pessoa saiba o que esta fazendo.<span style=”font-size: 14px;”><span style=”color: #444444; font-family: Ubuntu, sans-serif;”> </span></span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934923RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 20px; text-align: justify;”>Considerando-se que a vida social é algo fundamental à existência e sobrevivência dos seres humanos enquanto indivíduos, é na família que se dá início ao processo de socialização, educação e formação para o mundo. Os grupos familiares caracterizam-se por vínculos biológicos, mas sua constituição ao longo da história em todos os agrupamentos humanos não se limitou apenas ao aspecto da procriação e preservação da espécie, mas tornou-se um fenômeno social.</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934925RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 20px; text-align: justify;”>As famílias são consideradas grupos primários, nos quais as relações entre os indivíduos são pautadas na subjetividade dos sentimentos entre as pessoas, fato que justifica, muitas vezes, o amor existente entre pais e filhos adotivos, logo sem relação consanguínea. Assim, os laços que unem os indivíduos em família não se sustem pela lógica da troca, da conveniência do relacionamento a partir de um cálculo racional como que em um contrato no mundo dos negócios em que cada parte vê vantagem na relação existente, constituindo um grupo formal. Ao contrário, a família é um grupo informal, no qual as pessoas estão ligadas por afeto e afinidade, e que por conta deste sentimento criam vínculos que garantem a convivência (em um mesmo local de residência, por exemplo), além da cooperação econômica.  </span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934927RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 20px; text-align: justify;”>Mesmo que por motivos quaisquer os indivíduos venham a se separar, não mais residindo no mesmo local, obviamente continuam a constituir uma família, principalmente no aspecto legal. Por isso mesmo, embora se tenha dito aqui ser a família um grupo informal, é fato que com a complexalização da sociedade (principalmente a sociedade ocidental) ocorreu uma espécie de formalização dos vínculos familiares. O Estado passou a regulamentá-los, criando um aparato legal que rege não apena as relações entre cônjuges, mas também entre pais e filhos. Isso se torna evidente principalmente quando se trata de questões ligadas a direitos sobre heranças, patrimônios, tutela de menores, pensões, entre outros casos, bem como na expedição de documentos como certidões de casamento (formalizam o vínculo) e nascimento (formalizam a paternidade).</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934930RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 20px; text-align: justify;”>Embora um fenômeno social presente em todas as culturas, obviamente os grupos familiares e as relações de parentesco não possuem as mesmas regras e convenções, manifestando-se de formas peculiares a depender dos costumes de um determinado povo ou sociedade. Logo, há uma relação direta entre padrões familiares de comportamento (expectativa de papel social de cada indivíduo, pai, mãe, filhos, avós, etc.) e os códigos morais vigentes, os quais também são construídos socialmente ao longo do tempo. Um exemplo claro está na forma diferente como monogamia e bigamia são vistas mundo a fora. Da mesma forma, o padrão cultural vigente vai determinar as relações de poder existentes entre os membros familiares, variando-se os tipos de autoridades existentes entre patriarcal (quando os pais de família exercem o poder de mando e controle), matriarcal (quando as mães assumem o mando) ou paternal (quando a autoridade é mais equilibrada entre os </span><span style=”background-image: initial; background-position: 0px 0px; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: Raleway; font-size: 20px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-align: justify;”>cô</span><span style=”background-image: initial; background-position: 0px 0px; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: Raleway; font-size: 20px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-align: justify;”>njug</span><span style=”background-image: initial; background-position: 0px 0px; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: Raleway; font-size: 20px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-align: justify;”>es</span><span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 20px; text-align: justify;”>).</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934935RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #9597a0; font-family: Raleway; font-size: 18px;”>As famílias são consideradas grupos primários, nos quais as relações entre os indivíduos são pautadas na subjetividade dos sentimentos entre as pessoas.</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934943RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 17px; text-align: justify;”>Uma característica comum de tal instituição é que, socialmente falando, existe uma questão de escolha ou adaptação. Se um indivíduo não se identifica, ou não é aceito, pela família, ele pode escolher outra que o acolha. Ou mais, ele pode formar a sua própria família, de acordo com princípios próprios. Uma família, enquanto instituição social, não é limitada à consanguinidade, heterossexualidade, nível socioeconómico. O que faz de uma família uma família, é a união, o respeito, a compreensão.</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934947RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 17px; text-align: justify;”>Existem instituições familiares extremamente bem organizadas e coerentes. São aquelas em que a convivência é regida pelo respeito mútuo, compreensão e proteção. São famílias em que o mais importante é a união, e que criam seu próprio conjunto de normas e padrões morais que valorizam a harmonia e o respeito acima de tudo. Existem outras altamente conservadoras, tradicionalistas, e incoerentes que se orientam por padrões morais externos. Por uma honra imposta por aquilo que as outras famílias pensam ou julgam. Existem também famílias desmanteladas. Que não compartilham espaços, confraternizações ou mesmo consideração afetiva.</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #934951RESPOSTA

    OLGA APARECIDA COELHO
    Participante
    <span style=”color: #000000; font-family: Raleway; font-size: 17px; text-align: justify;”>A instituição familiar, para ser forte e coerente, necessita de determinadas virtudes tais como ética, flexibilidade às diferenças, orientações teóricas e práticas, acompanhamento e instrução dos mais velhos para os mais novos. Presença constante nas fases de transformação e formação da personalidade, sempre disposto a lidar com choques de gerações. Ao contrário, o que temos visto são “famílias” que se limitam ao sustento material. Dar comida, roupa, objetos, e, quando muito, pagar os estudos. E quando surgem os conflitos pais e mães dizem aos seus filhos, “ora mas eu te criei e você me devolve isso?” Não se lembram que, para pai e mãe criar é obrigação, e não favor.</span>

    FÓRUM I – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    #939608EDITAR | RESPOSTA
    O estudo de sociedade nos oferece diferentes ferramentas importantes nesta análise. O conhecimento de como diferentes culturas se reproduzem e educam seus indivíduos permite uma aproximação dos processos estruturais que compõem a educação de uma forma mais ampla. A sociologia da educação é a extensão da sociologia. Podemos concluir dizendo que os processos sociais que ocorrem em relação ao ensino e à aprendizagem são estudados pela sociologia da educação. Observamos ao estudar a disciplina de Sociologia da Educação que em cada aluno há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917) chamou de individual.
    Por conta das limitações de participação neste Fórum, podemos dizer que a sociologia da educação estuda os processos institucionais e organizacionais, nos quais a sociedade se baseia para prover educação a seus integrantes, como as relações sociais que marcam o desenvolvimento dos indivíduos nestes processos, são analisados por esta disciplina. A Sociologia da Educação oportuniza aos seus pesquisadores e estudiosos compreender que a educação se dá no contexto de uma sociedade que, por sua vez, é também resultante da educação. Também oportuniza compreender e caracterizar a inter-relação ser humano/sociedade/educação à luz de diferentes teorias sociológicas.
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