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quarta-feira, 3 de junho de 2020

Neurociência: Teoria e Prática CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA RESUMO.


Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
RESUMO. 
O autor é pesquisador na temática “Neurociência e Mapeamento Cerebral” desde o ano de 2008. Especialista em Psicopedagogia Clínica pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, agora já no ingresso profissional com titulação em Neurociência se firma para desenvolver protocolos científicos que possam ser adotados na Clínica Neuropsicopedagógica. Neste sentido já está em curso pesquisa com autodenominação “SÍNDROMES COM REPERCUSSÃO NA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, DISTÚRBIOS E TRANSTORNOS NEUROPSICOLÓGICOS”. Como já foi firmado o Mapeamento Cerebral não pode ser considerado ficção científica ou delírio fulcrado em imaginações televisivas vislumbrada pelo seu autor. A ideia de escrever esse artigo nasce da necessidade de divulgar um conhecimento do MAPEAMENTO CEREBRAL (MPC) adequado sobre o funcionamento do cérebro deixando de lado o rigor da descrição científica em prol de uma linguagem mais acessível aos não especialistas. Se por um lado muitos cursos na área de saúde, como por exemplo, fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia, enfermagem, etc., direcionam o conhecimento a sua formação, o Neurocientista com a visão psicopedagógica não discute o funcionamento cerebral na profundidade que o bom exercício da atividade profissional exigiria, por outro lado, o avanço acelerado das neurociências nos últimos anos tem gerado novas hipóteses sobre a fisiologia cerebral, que por sua vez tem um impacto muito grande sobre as teorias vigentes em todas as áreas que se dedicam ao estudo das atividades humanas. O artigo em curso sugere a necessidade do desenvolvimento de ferramentas que utilizam a neurobiologia para auxiliar crianças no processo de aprendizagem, além de fornecer subsídios para a caracterização da capacidade cerebral dessas crianças. A neurociência atuando dentro do conceito mapeamento cerebral, deve se constituir em um grupo de apoio a educação. A Neurociência estudada no Campo do Mapeamento Cerebral é transdisciplinar e neste artigo é colocada como ciência que estuda a relação entre o funcionamento do sistema nervoso e a aprendizagem humana. Para isso, busca relacionar os estudos das neurociências com os conhecimentos da psicologia cognitiva e da pedagogia. Seu objetivo é promover a reintegração pessoal, social e educacional a partir da identificação, do diagnóstico, da reabilitação e da prevenção de dificuldades e distúrbios da aprendizagem. O uso do mapeamento cerebral é indicado com fins de criar condições para permite que a equipe atue de forma integrada, garantindo sempre uma metodologia de ensino e acompanhamento adequada às necessidades individuais de cada aluno, possibilitando trabalhar a inclusão e proporcionando a orientação necessária para pais e professores. Assim, no âmbito da sua especificidade de atuação o mapeamento cerebral deve ser indicado para compreender classes de desenvolvimento infantil e fundamental para alunos com necessidades educativas especiais como Síndrome de Down, Paralisia Cerebral, Autismo e Transtornos do Desenvolvimento, etc. Crê-se que uma das vantagens do MPC é que os alunos contam com um serviço de avaliação dos possíveis distúrbios neurológicos responsáveis pelas dificuldades de aprendizagem e transtornos de comportamento e com um atendimento pedagógico periódico para promoção do seu rendimento escolar. Os Distúrbios de Aprendizagem e Comportamento se caracterizam por dificuldades experimentadas pela criança no desenvolvimento de habilidades cognitivas específicas e que não estejam associadas a uma redução global da cognição que caracteriza a deficiência mental. Em geral, a identificação de um distúrbio de aprendizagem ou comportamento é feita na fase escolar da criança, quando as exigências específicas de aprendizagem e conduta se impõem. Entre os distúrbios de aprendizagem mais comuns estão à dislexia, disgrafia, disortografia e discalculia. Entre os distúrbios de comportamento temos a Hiperatividade, a Impulsividade e o Déficit de Atenção.  Resume-se dizendo que o trabalho em comento recomenda o uso do Mapeamento Cerebral – MPC, com fins de identificar os Distúrbios de Aprendizagem e Comportamento, e por fim ser indicada uma conduta pedagógica que possa inserir de forma inclusiva o aluno cidadão detentor de dificuldades de aprendizagem.  A importância do presente estudo se estabelece como a necessidade de demonstrar aos educadores a utilização do Mapeamento Cerebral - MPC na identificação dos distúrbios de aprendizagem, e as condições técnicas que propiciam ao profissional intervir na melhoria da qualidade do aprendizado do aluno, aprendente ou cliente. Dar-se-á ainda ao profissional os indicativos para pesquisa e melhoramento de sua capacidade científica, de saber, compreender como o cérebro humano controla todas as nossas funções físicas e intelectuais.
Palavras-chave:

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